domingo, 8 de abril de 2012

BLOCO 592

Torres Vedras, 18 de Janeiro de 2012. Os cavalinhos de Uttoxeter deixaram marcas, estes não os vi em sítio nenhum...

quarta-feira, 4 de abril de 2012

BLOCO 591


Torres Vedras, 16 de Janeiro de 2012. Algumas reuniões são ideais para passar uns minutos a desenhar.

terça-feira, 3 de abril de 2012

BLOCO 590

Algés, 14 de Janeiro de 2012. A pontualidade nem sempre é uma virtude. Inacabado ou só começado?

sábado, 31 de março de 2012

BLOCO 589

Lisboa, 11 de Janeiro de 2012. No metro.

quarta-feira, 28 de março de 2012

BLOCO 588

Lisboa, 11 de Janeiro de 2012. As plataformas do metro são excelentes montras para registos de cenas do quotidiano. Em vez de vidro têm um fosso electrificado...

terça-feira, 27 de março de 2012

BLOCO 587

Lisboa, 11 de Janeiro de 2012. Momentos antes de uma reunião para combinar uma acção de formação. A lápis, com pouca concentração...

sexta-feira, 23 de março de 2012

BLOCO 586

Sintra, 7 de Janeiro de 2012. Uma linha ténue e sinuosa, uma mancha que quase não se vê...

quinta-feira, 22 de março de 2012

BLOCO 585

Cascais, 7 de Janeiro de 2012. Por vezes a olhar para as plantas lembro-me dos desenhos científicos.

segunda-feira, 19 de março de 2012

BLOCO 584


Derby, 3 de Janeiro de 2012. A invernia derrubou uma árvore sobre a linha; foi preciso esperar pela alternativa. Em baixo estava sol e usei o lápis, em cima chovia e usei a Bic.

sexta-feira, 16 de março de 2012

BLOCO 583




Uttoxeter, 2 de Janeiro de 2012. Hoje em dia a tradicional caça à raposa inglesa é um fenómeno curioso. Por lei não é permitida a caça aos ditos animais, no entanto, nas vilas e aldeias rurais mantém-se o ritual que junta caçadores a cavalo e matilhas de cães na praça principal, antes de sair para a caçada. Os cavaleiros bebem um Porto ou um whisky, o decano faz um discurso à população (apelando às autoridades para voltar a haver permissão para perseguir os bichos) e seguem então para os campos. E que vão fazer, se não podem caçar?
Ao que se diz, antes da saída para o campo há um indivíduo que passa com uma essência de raposa num itinerário pré definido, de modo a que os cães tenham "matéria" para farejar. As coreografias de cerco e perseguição mantéem-se, só não existindo o objecto da caça.
Assim o que em tempos foi uma caçada tornou-se um passeio a cavalo pelo campo. Também se pode ver aqui.