Aveiro-Lisboa, 2 de Junho de 2010. Nesta viagem comecei a desenhar no ribatejo e só parei quando cheguei a Lisboa. Alguém me disse que imagina as minhas viagens de comboio a olhar pela janela e a desenhar. Nem sempre é assim, mas desta vez estava especialmente inspirado...
Aveiro, 28 de Maio de 2010. O desenho do quotidiano para mim é mais uma experiência visual contínua do que uma procura da virtude no desenho. A mão que desenha infere-se, não se representa.